domingo, 28 de fevereiro de 2016

Lista de Freeware

Olá pessoal, esta é minha lista de links para programas freeware, separada por categorias. Alguns programas tem versões para Windows e Linux. Lembre-se de sempre rodar antivírus ao baixar arquivos da internet, mesmo vindo por email de amigos:

Áudio/Video:

Engenharia:
  • Kicad- Editor de esquemas eletrônicos

Emuladores:
  • DOSBox - Emulador de DOS
  • RuMSX - Emulador de computadores MSX
  • BlueMSX - Emulador de computadores
  • OpenMSX - Emulador de computadores

Essenciais:

Gráficos:

Office:

Outros:

Programação:

Segurança:

Sistema:

Web:
Abraços,
O Ediotr

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Como Aprender Ouvido Absoluto

Há quem afirme que o ouvido absoluto, a habilidade de identificar notas musicais pelo nome, é um dom que nasce com a pessoa. Más há quem diga que com estudo de solfejo (exercício para aprender ler as notas musicais cantando) ou com outros métodos e cursos por livros e CDs se pode aprender ouvido absoluto. Com solfejo eu nunca consegui, e estes curso em livro nunca tive a oportunidade de lê-los.

Em outro post eu escrevi sobre minha experiência com alguns aplicativos para smartfone para treino do ouvido. Alguns são muito bons e realmente funcionam mas levam tempo e perseverança para conseguir algum progresso. Más o que está por trás do ouvido absoluto?

Bom, eu não sou especialista (da mente humana) então vou escrever com minhas palavra o que eu compreendi ao usar os aplicativos. O nosso cérebro e memória funcionam por associação. Assim associamos os som dos fonemas a escrita, as formas aos objetos e as cores aos seus nomes. Com as notas musicais é a mesma coisa, precisamos criar uma associação na nossa memória. Mas não adiante simplesmente ficar batendo na mesma tecla ou tocando a mesma corda e tentar memoriza-las. Neste ponto entre cena outro aspecto do nosso cérebro: a comparação.

Cada nota musical tem uma frequência. A nota "lá" (A) , por exemplo tem a frequência de 440Hz (ou ciclos por segundo. Assim uma corda de violão vai vibrar nesta frequência (agora sim, escrevo no meu lado engenheiro). Então, como fazer para nosso cérebro lembrar e associar que a nota é "lá"(A), toda vez que escutarmos um som a 440Hz? Por comparação.

A comparação é o que os aplicativos de ouvido absoluta tentam fazer. Primeiro o programa toca uma nota e depois pede para você acha-la em um teclado virtual. Se você esquecer o som é só pedir para repetir. A seguir, você vai teclando as notas no instrumento virtual até achar a nota que tem som igual a tocada pelo computador. Este simples método de escutar e procurar, mesmo na tentativa e erro vai fazer seu cérebro compara o que escutou antes com que está tentando reproduzir e, comparando cada tecla pressionada coma que o computador tocou, hora errando, hora pedindo  para o aplicativo repetir a nota, por comparação quando a nota teclada não for a correta saberemos e quando for igual nosso cérebro criará a conexão neural para memorizar a comparação. Assim será mais fácil reconhecer aquele som (frequência quando o escutarmos em uma música.

Este exercício pode ser feito com o professor de música ou com um amigo. Peça par alguém tocar uma nota no instrumento que você está estudando sem olhar. Depois pegue o instrumento e tente achar a mesma nota até encontrar o mesmo som. Não há problema em tentar varias notas erradas, pois ao som não ser o mesmo descobriremos que não é igual. Lembre-se comparação é a chave, Saber se a nota é igual ou diferente, mesmo não sabendo o nome da nota. Após conseguir comparar o som você pode então associar ao nome da nota.

O erro de muitos estudantes, principalmente os que começam aprender um instrumento musical por partitura ( o meu caso, com o piano e a guitarra) e associar a nota na pauta apenas com a posição da nota no instrumento, sem associar o nome da nota ou sua representação gráfica ao som. Sem este associação som com som igual, não aprenderemos ouvido absoluto.

Bon estudos pessoal,
Até a proxima,
O editor.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Comparativo: Grand Turismo 6 x Forza 6 modo online

Neste post apresento minhas notas sobre a experiência no modo online nos jogos Grand Turismo 6 (PS3) e Forza 6 (Xbox One). Apesar de serem de gerações de console diferentes os dois são os as últimas versões de cada franquia. Confira, abaixo na tabela:


Quesito
Grand Turismo 6 (PS3)
Forza 6 (Xbox One)
pré-requisitos para jogar no modo online
É preciso conseguir a licença Nacional-A. Caso contrário as opções aparecem com cadeado.
O sistema escolhe a partida baseado na classe do carro.
É necessário assinatura na Xbox Live para jogar online.
Corrida Rápida
Neste modo a categorias pré estabelecidas. Protótipo, Monoposto, GT, etc.
Mesmo que no modo Lobby (sala/corrida)
Lobby (sala/corrida)
Neste modo você pode criar um evento escolhendo a pista e as restrições de assistência de pilotagem. Ou procurar por um evento disponível usando filtros.
Neste modo você escolhe uma classe de carro (C, D, R, S) de acordo com as características do carro e o sistema coloca você em um evento. Dentro da sala os jogadores podem votar em uma das pistas sorteadas pelo sistema. A pista mias votada será a que você vai correr.
Sistema de punições
O sistema aplica punições de tempo diminuindo a velocidade do seu carro quando você bate em outro piloto ou quando corta caminho pela pista. Quando um piloto bate ou comete um erro o carro pisca desabilitando as colisões temporariamente.
Não observei punições nas corridas que disputei. Se alguém bater em você e você rodar o outro jogador não recebe punições aparentes. NA classe C as colisões estão desabilitadas
Mensagem de texto
Disponível e bem visível
Não observado
Bate-papo (voz)
Como o PS3 básico não vem com headset, poucas pessoas usam este recurso nas salas de corrida.
Como o Xbox One básico já vem com headset, a maioria dos jogadores fala bastante na sala.
Distribuição de pilotos
Corri com pilotos de vários países. Escolha é baseada por eventos.
Corri com pilotos de vários países. Seleção baseada na classe do carro. O sistema oferece um upgrade rápido se você escolher um carro de classe inferior
Créditos virtuais
Correr online premia com mais créditos do que o sistema de carreira off-line. O que permite comprar os carros mais caros do jogo
Correr online dá boas premiações e bonus no jogo.
Performance
Boa, não houve problemas de lag. Eventos preparados rapidamente
Boa, não houve problemas de lag. Eventos preparados rapidamente

Abraços,
O Editor

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Bem-vindo Xbox One!

Meu novíssimo Xbox One 500GB ao lado do PS2 e o do PS3.
 
 Feliz com o meu PS3, mas já a algum tempo pensando em adquirir um console da 8a  geração, descartei comprar, ainda em 2015, um PS4, devido ao seu preço ainda estar alto demais. Com a notícia que o Xbox One receberia o Windows 10, também queria esperar até sair os consoles com o novo OS de fábrica. Além disso, esperava uma queda no preço do console da MS. Porém, ao ler o anúncio de que o preço do Xbox One ia subir em novembro, ao patamar do PS4, decidi aproveitar o preço atual e dar uma chance ao Xbox.

Fã de jogos de corrida, sempre ouvi falar bem da franquia Forza, mas não havia me interessado pelos outros jogos exclusivos da família Xbox. Todavia, ao fazer upgrade para o Windows 10 no meu netbook e saber da possibilidade de usar aplicativos do Windows 10 em todos os dispositivos com o OS, vi enormes possibilidades, quem sabe até será possível jogar alguns jogos antigos para Windows, e até de desenvolver aplicativos para rodar no Xbox. Bom, ainda não sabemos se o console será uma máquina que rodará o Windows 10 da mesma forma que um PC, permitindo instalar programas como um emulador de MSX, por exemplo, ou se o mesmo só permitirá os mesmo aplicativos de Windows 10, mas via da loja da Microsoft. Esperanças aparte segue minhas primeira impressões.

  • Fácil instalação. Conectei na TV via cabo HDMI, fornecido, liguei o console, entrei com minha conta da Microsoft, alguns minutinhos de atualização e tudo certo.
  • Cupom de 14 dias para Xbox Live Gold.
  • Interface fácil de usar, porém tive um pouco de dificuldade para reconhecer o controle do Xbox. Tive que apertar um botão de wifi, que nem sabia que existia, ao procurar por alguma chave que fizesse o botão X do controle piscar. Mais tarde descobri que o console tinha um botão de sincronia dos controles (ele fica do lado esquerdo do console próximo a entrada do disco e perto da entrada USB lateral). Isso é bem mais fácil no PS3. Também demorei a descobrir como desligar o console via interface gráfica. É só segurar o botão X por alguns segundos até aparecer a opção para desligar o Xbox One, ou desligar o controle.
  • Algo que gostei muito foi, ao entrar na loja de jogos virtual, é possível ver o que os outros jogadores estão jogando e transmitindo via aplicativo Twitch. Isso é legal para saber a opinião dos outros sobre os jogos, pegar dicas, e ter um preview dos mesmos.
  •  De resto , tudo correu bem, comprei os jogos Forza 6, que veio com um cupom de código para 10 carros extras e a coletânea de 30 jogos da Rare que vem com alguns jogos do Xbox 360 com Banjo Kazoe, alguns clássicos do antigo micro ZX spectrum (só para quem é fã, não é o meu caso) e o clássico do NES Battletoads. Além de videos sobre a história da Rare.
  • Nos primeiros momentos de Forza 6, apesar da boa jogabilidade, não notei grande evolução em relação a Gran Turismo 6, ou Grid 2 do PS3. A diferença gráfica, a primeira vista, é sutil. Até, correr na chuva. Aí sim! Possas d'água que fazem o carro derrapar, grama encharcada, reflexos no asfalto. Notei também, a vibração do gatilho RT de acelerador e no controle ao passar na grama ou nos trilhos de bonde na pista de Praga. Um ponto que não achei muito fácil foi o sistema de modificações que dispõe de cards virtuais para melhoria dos carros, creio que vou me acostumar, mas ainda acho o sistema de Gran Turismo mais fácil. Outro ponto legal é a garagem de Forza, que pude escolher entre duas opções visuais. É possível abrir todas as portas do carro, entrar nele, ligar o motor e ver as especificações técnicas. Além de tudo o poder desta geração de consoles consegue colocar muitos mais carros na pista do que a anterior sem perder performance. O sistema de Drivatar garante boas corridas e após o término sua posição é gravada no ranking global online. 
Minha opinião  final, é que, valeu a pena, sim! Apesar de o Xbox One ser considerado um pouco inferir ao PS4, creio que ele vai se destacar no uso do Windows 10 e no conteúdo dos jogos e aplicativos.

Por hora é só,
abraços o editor.

domingo, 4 de outubro de 2015

e-book versus paper book

Muito se tem falado que com a chegada da era digital o livro de papel iria acabar. Porém a mídia tem relatado pesquisas que mostram que muitas pessoas ainda preferem ler em papel, e outras, no meu caso, lê tanto em papel quanto nos dispositivos digitais.

Elaborei abaixo uma tabela comparativa entre papel e digital.
  

Paper book
e-book
Ocupa muito espaço físico
Sim
Não
Se degrada com o tempo, ou frágil a danos
Sim
Não
Rápida mudança de páginas
Sim
Sim
Possibilidade de aumentar a fonte para melhor leitura
Não
Sim
Luz de Fundo na mídia
Não
Sim
Luz de Fundo na mídia pode cansar a visão ou alterar o sono
Não
Talvez
Melhor para presentear
Sim
Não
Consome eletricidade
Não
Sim
Mais difícil de obter após esgotada uma tiragem
Sim
Não

No meu caso, no trabalho, após os desktops serem trocados por laptops, raramente imprimo algum documento. É só levar o laptop para as salas de reunião e as anotações e alterações feitas no próprio computador.

Porém ainda gosto de ler livros técnicos e e de linguagem  de programação em papel e ir seguindo os passos do livro ao fazer as tarefas no computador.

Publicações antigas que não estão mais disponíveis como revistas antigas e novas publicações e fanzines digitais são lidos no tablet. Mas ainda é legal comprar em papel edições especiais ou encadernadas.

Em resumo creio que tanto as publicações tradicionais em papel quanto as digitais vão coexistir por muito tempo. Em qual proporção só o tempo dirá.

Saudações,
O Ediotr

domingo, 9 de agosto de 2015

Como Substituir o Drive de Disquete do Piano Yahama DXG-300 por Emulador USB

Yamaha Grand Piano DGX-300 com novo emulador de disquetes USB

Para quem tem um teclado musical com o antigo drive de disquetes aqui segue a dica de troca por um emulador USB.

A troca é simples, mas se você não se sente confiante em trocar sozinho, leve a uma assistência técnica ou ao técnico em eletrônica. 

  1. Compre um emulador de Floppy USB compatível como teclados Yamaha, você encontra nos sites de venda na web. Eu comprei um compatível com os modelos PSR. Há os modelos para emular 100 ou 1000 disquetes
  2. Procure pelo manual de serviço, na web.  Manual de serviço do DGX-300.
  3. Veja o capítulo sobre troca do Floppy Disk Drive na pagina 7.
  4. Eu recomendo que, ao desmontar o aparelho, coloque cada tipo de parafuso em um copo, com o seu código indicado no manual, Tudo fica mais organizado.
  5. Há videos no youtube mostrando o procedimento.
  6. Desmonte o aparelho e efetue a troca do floppy disk drive conforme o procedimento do manual de serviço
  7. Depois baixe na web um programa para formatar pendrives usb com diretórios de disquetes e copie suas musicas mids para as pastas no pendrive. Eu uso o vFloppy explorer.
  8. Depois de remontar o aparelho é só usa-lo normalmente e usar os botões no painel do emulador para selecionar o disquete virtual.
  9. Os comandos no teclado são os mesmos de quando estava com um floppy driver padrão.
  10. Existe no mercado alguns emuladores para diversos modelos de teclados e outras maquinas que usavam disquetes.
  11. Agora, sim é o fim do uso de disquetes. 
Abraços,
O Editor


domingo, 2 de agosto de 2015

Como Atualizar Netbook para Windows 10


Assim como muitos, estava aguardando o ícone do Windows 10 aparecer na barra de sistema do Windows 7. A princípio pensei que era alguma incompatibilidade do meu netbook Asus Eee PC Seashell 1005HA. Após atualizar todos os patches mais recentes do Windows 7, ler tutorias, verificar que os patches requeridos já estavam instalados e rodar alguns scripts sugeridos em tutorias web a dentro, nado do dito cujo ícone aparecer.

Após ler mais artigos na web, fiquei sabendo que não precisava do tal ícone nem de fazer a reserva. O caminho mias rápido é baixar a ferramenta MediaCreationTool no site do Windows 10 Media Creation.

Baixei a versão para 32-bit que correspondia ao meu sistema que vem instalado de fábrica com o Windows 7 32-bit Starter Edition. Daí, só precisei rodar a tool e escolher a opção Instalar Neste Computador e seguir os passos. Não perdi nenhum programa nem arquivo instalado no meu Windows 7 porém, sempre é bon fazer backup antes de fazer o upgrade. A ferramenta verifica se o sistema está preparado e baixa todos os arquivos necessários. O procedimento levou umas 4 horas.

O primeiro de dois problemas foi um aviso de falta de driver do Asus ACPI. Para resolver este problema baixei no site da Asus o HotkeyService 1.48. No site da ASUS só havia a versão mais nova do HotkeyService para o Windows 8 32-bit para outra modelo de computador, mas funcionou sem problemas no Windows 10 sem problemas.

O segundo foi o free AVG que pediu para ser re-instalado, mas o procedimento não funcionou. Entrei no site do AVG e fiz o download da versão mais nova, que resolveu o problema.

A atualização vale apena. Além de contar com a versão mais nova do Windows, no meu caso, que tinha o Windows 7 Starter Sdition, que não possibilitava nem a troca do background do desktop, a atualização é feita para o Windows 10 Home que conta com mais recursos, como a facilidade de armazenar arquivos no OneDrive e conexão como XboxOne (que estou pensando em comprar). Além disso, até agora, não tive nenhum tipo de problema com os aplicativos antigos.

Agora é se acostumar como o novo sistema.

Abraços,
O Editor